O que conhecemos não é definitivo...
Muitos dos paradigmas existentes na educação estão sendo rompidos nos últimos anos como conseqüência da introdução e rápida evolução das novas tecnologias educativas e mais precisamente pela utilização da informática (computadores, acesso à internet, softwares educativos etc.) na educação – em todo os seus níveis e estágios do processo educacional.
A própria alteração nas formas de pensar do ser humano, vem sendo cada vez mais significativa neste novo universo que a “rEVOLUÇÃO” da informática trouxe para o cotidiano das interações humanas e para os processos de comunicação.
Para os educadores de uma forma geral, novos desafios surgem constantemente e a necessidade de adoção de uma prática pedagógica reflexiva com maior foco no aproveitamento desta vasta e fértil área que cresce a cada dia, indica que a presença de fato de um caminho através da aprendizagem significativa vem sendo cada vez mais, algo indispensável.
Uma didática relacionada a uma concepção hipertextual preconiza, ou pode aceitar, que a criação ou produção textual no mundo digital realmente adote uma total liberdade de manifestações, sobretudo quanto a sua forma: sem limites, sem partes necessariamente definidas, multilinear e com o rápido transito entre as partes e o todo e ampliação infinita deste todo – adicionando a ampla utilização de figuras verbais e não verbais.
No entanto os educadores vivenciam mais um momento de transição e de reavaliação de paradigmas – paradigmas um tanto quanto difíceis e subjetivos de se definir e entender – pois estes mesmos já receberam forte influência dos modernos e atuais modelos mentais da era digital.
O uso da internet não significa perder referência sobre a eficiência, eficácia ou importância do que conhecemos como passado – pelo contrário é apenas o novo estágio atual da interação universal – e lembremos: não definitivo pois a evolução provavelmente não vai parar.
O envolvimento cognitivo e afetivo dos alunos com o uso do vídeo quase sempre é entendido de maneiras antagônicas e influenciadas mais pelo receio da sensação de perda da necessária “seriedade” do processo educativo – mas novamente: o que significa seriedade nos horizontes atuais.
Novos saberes, novas práticas didáticas e novas formas de acesso ao ensino fazem parte desta realidade conectada que a tecnologia nos proporcionou. Neste sentido o EAD revoluciona os conceitos do processo de criação de ambientes motivadores do desenvolvimento de habilidades e construção do conhecimento, ampliando na mesma velocidade em que nossas tecnologias evoluem, as possibilidades de inclusão global do ser humano que busca contato com a educação como conhecemos nos ambientes escolares e organizacionais – e mais uma vez: conhecemos neste preciso momento.
sábado, 9 de maio de 2009
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